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Entre o:
natural, compensado e, recuperado, formam uma trilogia básica durante a vida... Trabalhar com a mente para manter-se natural, após a perda do natural ou desvio, vem o compensado, depois no final vem o recuperado. Quem avança além do natural, compensado e recuperado, cai na alienação, refiro-me alienação no mundo atual, surge um afastamento do que é natural, compensado ou recuperado... Quando o amor se vai, se possível não cair na alienação, o cérebro entra numa forma de demência, procura a qualquer custo, juntar os três ingredientes, natural, compensado ou recuperado, dispara na corrida para a alienação, e não é bem isso que é o melhor para a pessoa... Tentar buscar de volta o estado natural, avistar de novo a compensação, e dispor-se a recuperar o que perdeu, isso é um bom caminho, muitos que entram na alienação, fica comparado a um fecha que atravessa o cérebro. Temos perfeitas condições de viver natural, basta reconsiderar e reconciliar com o coração. Somos humanos cheios de graças e pecados, deixai o joio e o trigo crescerem juntos, na colheita tira-se o joio primeiro, depois colhe o trigo... Assim é a vida dos que da adolescência passaram para a vida adulta, até atingir a idade da maturação... Nessa lição vem em mim essa canção, Pe. Zezinho! Eu não me acostumei nas terras onde andei. Reflexão! Voltei ao natural, voltei a compensar, voltei a recuperar. Moral! Conservei-me dentro de uma racionalidade, sou semente que renasceu do mesmo tronco, dispensei a alienação: Sou eu em mim mesmo! Em Deus... (Carlos Basanella)
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