Opção!
 
 
Entre o:
natural,
compensado e,
recuperado,
formam uma trilogia básica durante a vida...

Trabalhar com a mente para manter-se natural,
após a perda do natural ou desvio, vem o compensado,
depois no final vem o recuperado.

Quem avança além do natural, compensado e recuperado,
cai na alienação,
refiro-me alienação no mundo atual,
surge um afastamento do que é natural, compensado ou recuperado...

Quando o amor se vai,
se possível não cair na alienação,
o cérebro entra numa forma de demência,
procura a qualquer custo,
juntar os três ingredientes, natural, compensado ou recuperado,
dispara na corrida para a alienação,
e não é bem isso que é o melhor para a pessoa...

Tentar buscar de volta o estado natural,
avistar de novo a compensação,
e dispor-se a recuperar o que perdeu,
isso é um bom caminho,
muitos que entram na alienação,
fica comparado a um fecha que atravessa o cérebro.

Temos perfeitas condições de viver natural,
basta reconsiderar e reconciliar com o coração.

Somos humanos cheios de graças e pecados,
deixai o joio e o trigo crescerem juntos,
na colheita tira-se o joio primeiro,
depois colhe o trigo...

Assim é a vida dos que da adolescência
passaram para a vida adulta,
até atingir a idade da maturação...

Nessa lição vem em mim essa canção,
Pe. Zezinho!
Eu não me acostumei nas terras onde andei.
Reflexão!
Voltei ao natural,
voltei a compensar,
voltei a recuperar.

Moral!
Conservei-me dentro de uma racionalidade,
sou semente que renasceu do mesmo tronco,
dispensei a alienação:
Sou eu em mim mesmo! Em Deus...

(Carlos Basanella)

 

Share This Page

Return to Main Page