Desculpe-me!


Desculpe-me...

Por julgar-te aleatoriamente

 

Desculpe-me...

Por querer fazer de ti

Uma extensão de mim mesma

 

Desculpe-me...

Se, de alguma forma,

Transpus os limites da tolerância

 

A forma de ver e viver a vida,

Culpo, apenas, a minha impulsividade

 

Aprendi a viver de uma forma

E dela faço uma regra geral.

 

Penso, erroneamente,

Que todos deviam agir da mesma forma

E esqueço-me dos limites alheios

 

Mais uma vez...

Desculpe-me!

(Cleide Jean)

Share This Page:

Return to Main Page